Promoção de Fim de Ano na Amazon

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Todo ano, eu faço uma super promoção na Lojinha pra limpar os estoques. Como este ano várias mudanças aconteceram - meus livros independentes deixaram de ser publicados em formato físico, e eu saí da Editora Literata - isso não foi possível este ano. Mas isso não significa que não vá ter promoção!

Por este motivo, de hoje até o dia 2 de Janeiro, vocês encontram TODOS os meus livros - isso mesmo, desde as publicações independentes até a série Coração da Magia - para serem baixados DE GRAÇA no site da Amazon Brasil! É só clicar e pronto, eles serão baixados no seu Kindle ou no seu celular em questão de segundos!

Gostou da novidade? Então corra pra aproveitar: http://bit.do/LariNaAmazon

Epitáfio

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Aqui jaz uma avó. Uma mãe de família. Criou sete filhos, ajudou a criar mais de dez netos. Cuidou do marido. Deixou para trás muita história pra contar.

Um dos meus grandes arrependimentos - embora não seja, de fato, minha culpa - é não ter muitas lembranças do tempo em que minha avó estava boa. Depois da morte do meu avô, onze anos atrás, vovó entrou numa espiral decadente e inevitável de velhice. O tempo cobrou seu preço em consciência, lucidez e saúde. Não havia nada que ninguém pudesse fazer. Assisti por anos enquanto a vida a levava para longe.

Me lembro dos momentos de graça triste, quando suas confusões mentais se tornavam piadas. Fechar as janelas quando chovia na novela das 8, brigar com o cara do Jornal Nacional, dizer que o Gianechinni era, na verdade, seu marido. Quase tudo que me lembro dela não era real. Às vezes acho que não aproveitei minha avó como deveria, antes de se tornar impraticável. De novo, não havia nada que eu pudesse fazer. Mas numa hora dessas a gente se sente um tanto culpada.

É muito cruel se sentir aliviada pela morte de alguém? É muito ruim respirar tranquila quando alguém se vai, por que o sofrimento contínuo é pior do que o baque do momento? Quão ruim uma pessoa tem que ser pra controlar as lágrimas pensando "até que enfim"?

Vovó Clarinha. Nunca quis que você se fosse. Mas também nunca desejei que sofresse. Dos males da vida, o menor é a morte. Me despeço de você hoje admirando-a como a guerreira que foi nos últimos dez anos, e como a mulher que as memórias contadas me dizem que você era. Vá em paz, enfim livre para descansar. Um dia a gente se vê de novo.

Larissa Responde #15

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Votação: Desafio Literário 2015

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No início do ano, anunciei que faria uma coisa diferente em 2014: ao invés de me preocupar só com os livros da pilha já enorme de não-lidos, daria uma chance pra também reler alguns livros que li há algum tempo, e que gostaria de "revisitar". Todas essas impressões foram passadas a vocês através da série de vídeos do Desafio das Releituras - que eu consegui concluir com um sucesso razoável, faltando só um livro pra completar a proposta de 12 volumes no ano.

Um desafio acaba, outro começa. Há algum tempo, venho pensando em me propor um novo desafio para o ano que vem. Tive muitas ideias, e não consegui decidir por nenhuma; por isso, resolvi que quem vai escolher são vocês!

Abaixo, listei algumas propostas pro ano que vem. Seja qual for a vencedora, vai seguir o padrão do Desafio das Releituras: 12 livros no ano, um por mês, com resenha no canal pra vocês acompanharem o processo :) Então leiam com atenção e depois selecionem uma opção na enquete que está afixada na barra esquerda aqui do blog. A enquete encerra no dia 31 de Dezembro ;)

To Be Read Jar

E se cada mês fosse uma surpresa? Eu fiz um "To Be Read Pig" (vídeo aqui) há alguns meses, mas o usei em pouquíssimas ocasiões desde então. Tenho uma centena de livros para ler, e o porquinho está cheio de títulos bacanas. A contar de Janeiro, eu sortearia um livro, leria e faria a resenha, sorteando o seguinte no vídeo de cada mês.

Só Clássicos

Dickens, Jane Austen, Irmãs Brönte, Machado de Assis... existem muitas obras célebres por aí, grande parte das quais eu não li. Confesso que não sou uma pessoa muito dada a obras clássicas, mas transformar isso num desafio literário me permitiria expandir meus horizontes e também me obrigaria a dar mais atenção a livros que eu geralmente evito.

Primeiro Livro

Que tal dar a vez a alguém que acabou de começar? No Brasil ou fora dele, autores lançam suas obras de estréia o tempo todo. Neste desafio, todo mês vou ler o primeiro livro de qualquer autor - obrigatoriamente lançado à partir de Novembro de 2014, pra ser uma coisa mais atual - e resenhar pra vocês.

É isso! Não esqueça de deixar seu voto na enquete ali ao lado!
Tem alguma proposta de desafio? Deixe nos comentários ;)

#AmorPlusSize: quando a brincadeira machuca

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Quando eu tinha mais ou menos uns sete ou oito anos, descobri que tinha miopia. Depois de passar por todos aqueles exames clínicos de enxergar letras, ver figuras numa máquina e pingar um colírio que me deixou cega por algumas horas, fui pra ótica e encomendei meu óculos. Era azul, minha cor favorita, e veio numa caixinha da Turma da Mônica. Comecei a usá-lo alguns dias depois.

No mesmo dia, recebi o delicado apelido de "baleia de óculos".

Não sei quem foi que me apelidou desse jeito. Não me lembro e não guardei rancor da pessoa. Seja como for, o apelido não pegou - em parte, talvez, porque foi repreendido veementemente pela minha professora do primário, e em parte porque eu me dediquei a arranhar o braço de qualquer coleguinha que me chamasse assim. A violência foi a minha arma de combate, naquele ano como em muitos depois. Nunca fui vítima do que pode ser considerado um bullying pesado, mas me armei como pude pros momentos em que a gozação corria solta. Me protegi por fora, mas não tinha nada pra me proteger por dentro. Posso não lembrar quem foi autor do abuso, mas certamente me lembro das palavras. Palavras marcam.

Uma das minhas partes "preferidas" na construção de Amor Plus Size foi lidar com o bullying. Como já disse em posts passados, a Maitê tem sua nêmesis em Maria Eduarda, a "princesa do reino dos perfeitinhos", segundo descrição de uma de suas amigas. Ao contrário de mim, Mai sente as implicâncias diariamente, diretamente, e não se defende porque acredita que não há nada que ela possa fazer contra sua agressora além de ignorá-la. Maitê é vítima calada, como tantas outras pessoas por aí, de abusos constantes dos quais ela não sabe se defender.

Muita gente vai passar por essa vida sem saber o que é o estigma e o peso que o bullying pode acarretar sobre uma pessoa. Há quem ache que sequer é um problema a ser levado a sério - pra alguns mais leigos, não há nenhum dano permanente em um apelido pejorativo, nada demais em uma brincadeirinha inocente, nada com que se preocupar se não houver dano físico. É preciso passar por isso, ou ao menos observar de perto, para entender que não há inocência nenhuma em atitudes como essas. As agressões psicológicas podem ser tão ruins ou até piores do que qualquer agressão física direta. Pergunte a qualquer um que tenha passado por isso. Você esquece a dor de um tapa, mas nunca deixa passar a humilhação de meia dúzia de palavras. Essa dor marca e molda as pessoas. E vai além de uma questão participativa. Quando você faz ou ri de uma brincadeira de mal gosto, quando você vê alguém fazendo e não defende, quando você é condescendente com o bullying, você o pratica também, e o fortalece por isso.

Não sou nenhuma especialista no assunto, longe de mim. Não acho que me caiba aconselhar ou guiar ou sugerir o que fazer. Mas espero que, seja com o livro no futuro, seja com este post agora, eu consiga plantar uma sementezinha de gentileza na cabeça de cada um que ler. Tenha um pouco mais de amor ao próximo. Se não tiver algo bom a dizer, então não diga nada. Pratique o bem. Seja mais cuidadoso com as suas palavras. Você não sabe a dor que elas podem infligir às outras pessoas. Talvez, na próxima, o machucado seja você.

Adicione Amor Plus Size no Skoob - Leia o primeiro capitulo - Divulgue com a tag #AmorPlusSize no Twitter

Demi Lovato Book Tag

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PERGUNTAS:

1) Fire Starter: livro com o seu personagem badass preferido
2) Gift of a Friend: livro com a melhor amizade
3) Really don't care: livro que você sempre vai defender
4) Who's that boy: livro com seu personagem masculino preferido
5) Fix a heart: um livro que te dá dor no coração
6) Made in the USA: livro com o melhor relacionamento
7) Together: um livro que tenha uma mensagem forte
8) Let it go: um livro que você abandonou
9) Everything you're not: um livro que não foi nada do que você esperava
10) Don't forget: um livro que você tenha há muito tempo na estante e ainda não leu

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