Wallpapers da trilogia

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Estamos cada dia mais pertinho da meta dos 5 mil arrecadados na campanha de relançamento de As Bruxas de Oxford, e pra comemorar os 95% da primeira meta alcançados, o Renato Klisman fez esse conjunto lindo de wallpapers pra celular com os símbolos usados nas capas da série! Roube o seu!







Para contribuir com a campanha e garantir seus exemplares da trilogia Coração da Magia, clique aqui!

Uma análise sobre capas

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Oi, pessoas! Como vocês estão?

Faz tempo que não passo por aqui pra postar coisas que não sejam vídeos, e com o sucesso da campanha de relançamento de As Bruxas de Oxford (saiba mais clicando aqui) achei que seria uma boa falar sobre algo que tem chamado a atenção de muita gente: as capas!

Embora o primeiro volume já tenha tido 3 edições, contando com essa nova, a série como um todo teve dois designs de capas diferentes feitos pela mesma pessoa, o talentosíssimo Renato Klisman (confiram o trabalho dele clicando aqui). Anos atrás, quando As Bruxas de Oxford e O Coração da Magia foram publicados pela editora Literata, eu queria capas chamativas -- cores fortes, vívidas, que falassem do clima intenso e juvenil que, para mim, define muito o início da série. Conversando com o Renato, chegamos à ideia de estampar os vilões de cada livro nas capas: Jane von Evans no primeiro, Shiny no segundo e o Senhor das Almas no terceiro.



Mas desde aquela época, nós também conversávamos sobre versões minimalistas para uma eventual edição especial quando o último livro fosse lançado. Quando decidi lançar a campanha, não deu outra: conversei com o Rê e decidimos resgatar essa ideia.


Como dá para ver, as capas novas da trilogia são beeem mais simples do que as originais. A nossa ideia era puxar mais para o exotérico, para um lado místico que é muito presente na série, mas que não tinha essa expressão visual tão forte nas capas. Decidimos que menos é mais, e para essa nova leva, nossas inspirações foram os grimórios, nome dado os livros de feitiços de bruxos e bruxas. Escolhemos pentagramas diferentes para cada capa, mais por uma questão estética que proposital, já que o desenho é comumente associado a bruxaria, mas não necessariamente desempenha um papel na série. O tom sujo e envelhecido de branco nas três capas vem exatamente daí, para que eles pareçam algo que foi guardado por muito tempo e só agora está vendo a luz do dia.

Ontem eu divulguei a capa aberta do Bruxas nas minhas redes sociais, e quero aproveitar esse post para chamar atenção para alguns detalhes que, para mim, fazem toda a diferença!


O vidro: se vocês olharem com atenção, bem ali na orelha direita, tem o que parece ser vidro quebrado. Isso é uma referência à história e à primeira capa de As Bruxas de Oxford, da época em que tinha sido publicado pela Multifoco. Quem já leu sabe a importância que os espelhos desempenham nesse primeiro livro, e ele era o elemento principal da primeira capa do Bruxas. Mantivemos em detalhes na capa seguinte, e nessa, o Renato colocou ali no cantinho, pra gente não esquecer de onde viemos!

A fumaça: outro detalhe que remonta às capas antigas, e que você pode encontrar nos cantinhos das orelhas. Esse enfumaçado era o que dava a cara mais etérea à capa anterior do Bruxas, e mantivemos um toque disso nessa nova versão.

O tarô: como não pensar em Lady Lew com essa imagem na contracapa? O tarô é importantíssimo nas revelações de Malena, e foi o primeiro elemento que eu insisti que estivesse presente na capa de alguma forma. Inicialmente, minhas sugestões tinham sido para A Morte ou O Louco, mas por questões estéticas (e, convenhamos, o nome também casa muito) acabei optando por O Mágico.

Se você ainda não adquiriu seus exemplares da nova edição da trilogia Coração da Magia, está esperando o que? Já estamos quase na primeira meta, e os prêmios se passarmos dela são babadíssimos! Saiba mais e garanta o seu:


Relançamento As Bruxas de Oxford

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A trilogia Coração da Magia deixou oficialmente de ser publicada em formato físico em Setembro de 2014. Desde então, com a série desfalcada, muitos leitores me pediam para lançar uma edição física de "Senhor das Almas", último livro da série.

Bom, seus pedidos foram atendidos. E não é só o último livro da série que verá a luz do dia!

De agora até 15 de Dezembro, uma campanha no Kickante, site de financiamento coletivo, dará um novo respiro à série. Os três livros serão relançados com novo projeto gráfico, e aqueles que quiserem comprar só o último livro da trilogia também podem aproveitar direto pelo site!

Como funciona a campanha?

Como todo financiamento coletivo, temos uma meta. No nosso caso, é de R$5.000,00. Esse dinheiro será revertido para o novo projeto gráfico, feitura de marcadores, a impressão dos exemplares e o envio de todos os kits.
MAS NÃO SE PREOCUPEM: Se a meta não for atingida, você não sairá prejudicado. Os livros serão impressos mesmo que eu não atinja o montante previsto. Mas para cada meta atingida, são bônus pra vocês -- capa colorida, pôster de brinde e mais outras coisinhas que vocês podem conferir na descrição da campanha!

Vendas separadas

Por enquanto, o único livro que será vendido separadamente é "O Senhor das Almas", pra completar as coleções desfalcadas por aí. Os outros livros serão vendidos exclusivamente em kit, ou seja, não será possível comprar o primeiro livro separado. Por enquanto, também não haverão vendas após a campanha, visto que a intenção do financiamento é de uma versão exclusiva. Tudo vai depender de quanto dinheiro a gente conseguir arrecadar.

Valores

Tem recompensas em vários níveis diferentes, pra todos os bolsos!
Pra quem não tem muito pra gastar, contribuindo de R$10 a R$20,00 você pode angariar marcadores da série e também os e-books. Quem quiser levar só o último exemplar da série para casa pode garantir "O Senhor das Almas" autografado e com marcadores por R$40,00 (frete incluso). A trilogia completa sai por R$75,00 também acompanhada de marcadores!

Como comprar

Entre no site da campanha CLICANDO AQUI, selecione sua recompensa e pague direto pelo site! A previsão de entrega é para Março de 2019!

Resista

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Eu estou exausta. Mental e fisicamente. As últimas 24 horas foram de esperança ao fracasso, de espera e de lágrimas. O temor foi tão grande que sufocou a vontade de viver. Fiquei horas me perguntando se deveria escrever sobre isso e, se escrevesse, o que eu deveria dizer. Queria pensar em uma mensagem de apoio, algo que transmitisse mais paz e segurança do que eu realmente sinto, então vou começar com isso:

Ontem, perdemos. Hoje, lutamos.

Eu não sei o que vai acontecer daqui pra frente. Se você é do time dos que acreditam que isso é tudo uma grande tempestade em copo d'água, acredite quando eu digo que eu espero, do fundo do meu coração, que você esteja certo. Todos os dias agora eu vou acordar desejando que seja um dia melhor. Apesar dos pesares, eu não desejo nada além do melhor para esse governo, pelo bem de todos nós. Mas agora, às onze da manhã da segunda-feira pós eleições, o que fica não é a esperança ínfima, contando com alguém que tão veementemente fez questão de nos repudiar.

O que fica é o medo, a decepção, e, acima de tudo, a coragem.

Para aqueles que sentem na pele todos os dias a crueldade do preconceito em suas maiores e mais diversas formas, a luta está só começando. E isso não pode significar nada para alguns, porque afinal, sempre existiu, não é mesmo? Mas para quem vive e para quem está do lado, para quem agora não se sente seguro em mais nenhum lugar, a gente sabe que não é a mesma coisa. Porque quando contava, quando a gente precisava, milhões escolheram não estender a mão. E isso é algo que não dá pra esquecer tão cedo.

Por isso, minha mensagem de esperança é só essa: olhe em volta e estenda a mão. Seja morada e segurança de quem precisa. Preocupe-se em olhar para além da sua bolha, de pensar fora dos seus privilégios. E todos os dias, resista. À sua própria maneira, resista. Aprendendo a ouvir, resista. Estendendo a mão, resista.

Pode mandar o que for. A gente aguenta. O medo não será mais forte que a vontade de lutar.

COMEÇOU - #RelendoAsBruxasdeOxford

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Entramos em Outubro e é oficialmente mês das bruxas -- e mês de reler As Bruxas de Oxford!

Então na semana passada fiz um vídeo explicando como vai rolar essa campanha, mas resolvi fazer um passo a passo aqui no blog também pra quem está afim de participar! Durante o mês de Outubro, vamos reler BdO capítulo a capítulo e comentar, e você pode participar também!

Primeiro, quem for participar, não deixem de preencher o formulário! Não é obrigatório, mas vai me ajudar a ter uma noção de quantos de vocês estão participando: https://goo.gl/forms/ZCUC1Lu6vQfsOU9V2

Segundo, quem ainda não tem o livro pode garantir pela Amazon! Agora ele só está disponível em formato digital, mas tem também no Kindle Unlimited pra quem assina poder ler de graça! Vamos ler só o livro 1, mas eis os links pra série inteira: 
Livro 1: http://tinyurl.com/bruxasdeoxfordLivro 2: http://tinyurl.com/coracaodamagiaLivro 3: http://tinyurl.com/senhordasalmas


Terceiro, se vocês usam Twitter, ajudem na divulgação da campanha não só com links, mas com os nomezinhos de vocês! Os lindinhos do Sereianos estão mudando seus nomes para VAI PARA OXFORD (pra quem vai ler pela primeira vez) e VAI VOLTAR A OXFORD (pra quem vai reler). Quem quiser aderir, colem lá!

Os tópicos de discussão serão abertos no meu grupo de leitores toda segunda-feira, e neles nós vamos discutindo as coisas conforme a leitura for rolando. Às sextas ou aos domingos faremos reuniões tipo clube do livro por lá e no Twitter pra discutir o que lemos na semana. São QUATRO CAPÍTULOS POR SEMANA, pra dar tempo, e vou avisar sempre na segunda-feira até onde vamos ler!

Essa semana leremos dos capítulos 1 ao 4 e vai rolar live no Facebook na sexta-feira pra discutirmos essa primeira leva! E aí, bora participar?

O seu talvez

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Queria ser o seu “e se”. Ser aquela ideia que te deixa acordado de madrugada, pensando em todas as coisas que não foram e que poderiam ter sido. Aquele gostinho amargo no fim de uma musica doce que te faz lembrar de outros tempos, de uma época tão distante que nunca chegou a acontecer.

Queria ser o seu “talvez”. Aquela ideia fixa que te bate de vez em quando, a obsessão saudável que te faz conjecturar se ainda existe uma chance. O vislumbre de um futuro tão improvável que se torna palpável diante dos seus olhos.

Queria ser o seu “queria”. O “quem me dera” acompanhado de um sorriso frágil, um suspiro ao final de um sonho bom. Queria, no fundo, que me quisesse também, e tão bem que um dia talvez pudéssemos fazer esse nada enfim se transformar em tudo, em “talvez”, em “e se..”

Sobre medos e dentes do siso

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Então ontem eu tirei os dentes do siso. Não todos, mas dois deles. Frescuras e dramas à parte, foi uma cirurgia bem tranquila -- em quinze minutos, estava acabado. Tudo bem que fiquei com dor o dia inteiro, e estou com o estômago meio zoado de tomar antibióticos, mas o importante é que já passou, certo?

E isso, meus amigos, me deu um clique ontem à noite.

Acho que todo mundo já passou pela experiência de ter medo de fazer uma coisa, se arriscar, e depois que faz, pensar "se eu soubesse que seria assim, teria feito antes". Somos constantemente surpreendidos de maneira positiva pela vida, mesmo que a gente não se dê conta. É uma primeira conversa que funciona, uma cirurgia que é mais rápida que o esperado, uma prova que não é tão ruim quanto a gente achou que seria. Essas pequenas bênçãos vêm e vão com frequência, às vezes despercebidas pela nuvem do alívio. Porque, se você for minimamente parecido comigo, provavelmente tem medo de tudo e qualquer coisa que seja novidade. E aí, no alívio de não ter sido tão ruim, a gente esquece que a lição maior é que não tinha nada pra ter medo, em primeiro lugar.

Todas as coisas são um tanto angustiantes quando feitas pela primeira vez. Tive muito medo de cair da bicicleta, e fiquei ansiosa antes da minha primeira viagem de avião. É natural que a gente se sinta inseguro diante de algo que nunca fizemos. O que não é natural é que a gente permita que nossos medos e inseguranças ditem até onde a gente pode ir, ou o que podemos ou devemos fazer. A gente se esconde atrás de uma barreira que nós mesmos construímos, e quando vamos ver, a vida passou e nunca fizemos nada de novo. Somos marasmo, e deixamos ser. E qual é a graça de viver assim?

Cada um tem seu tempo, isso lá é verdade. Mas a pergunta que eu faço pra vocês hoje é: o que você deixou pra depois por medo? Não precisa ser nada muito louco. Na maioria das vezes, é tão simples como foi comigo, um dente que precisava sair dali, mas que fui postergando com medo da dor. Mas se tem uma coisa que descobri nessas últimas 24h é que nada te protege nem te prepara pra dor nenhuma, mas isso não significa que você precise ficar aguentando os sisos que estão na sua vida, não é mesmo?

Hiperbole

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Queria que você fosse real. Não real como é, mas real real. Alguém de verdade. Alguém que eu pudesse tocar. Alguém que eu pudesse confiar. Alguém que eu pudesse ter.

Já te imaginei de mil maneiras. Já construi um milhão de futuros nos quais você está aqui. Mas sei que nunca vai estar — porque não foi feito pra isso, ou porque não quer. Não sei se faz alguma diferença. O que importa é isso: você é fruto da minha imaginação, e somente dela. Nada disso existe de verdade. Nenhum de nós. Nada do que a gente viveu.

Talvez ninguém exista de verdade, não como achamos existir. Talvez todo mundo seja uma figura de linguagem, uma hipérbole daquilo que se espera ou uma metáfora do que precisamos de alguém. A gente projeta o que precisa ter e depois sofre quando não colhe o que gostaria. Talvez tudo que a gente tenha é sonhos em pó.

Queria muito que você existisse de verdade, da mesma forma como queria que meus sonhos se transformassem em realidade. Não há chance para nós; nunca houve. Errada fui eu em pensar que algum dia poderíamos ser mais do que um sonho não realizado. Já nascemos mortos. Éramos ilusão antes mesmo de ser.

A Gaiola

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Você me disse ainda ontem que nada iria mudar. Mas não era verdade, era? Tudo muda o tempo todo. Eu devia saber.

É difícil não gostar de mudanças. A gente se apega a coisas que não deveria. A uma boneca velha, a uma calça que não serve mais, a um amor que não nos faz bem. A gente tem em si essa certeza de que precisa daquelas coisas parar viver, porque afinal, vivemos tão bem com elas até ali. Não vivemos? Talvez. Mas a certeza das lembranças um tanto turvas ainda é melhor do que olhar para o precipício e ter que se lançar a ele. 

Mas cá estamos nós, dançando na ponta dos pés, nos equilibrando para não cair. Achei que você fosse meu para-quedas. Em vez disso, você se tornou a mão que me empurra.

Então caí. Para o vazio, sentindo o vento cortar meu rosto, fechando os braços em torno de mim para me proteger do baque inevitável. Fechei os olhos, e então me questionei porque estava me privando da vista. Só há dois modos de encarar a queda: ela pode ser o impacto ao final, ou ela pode ser o vôo durante. Escolhi voar. Abri os olhos e os braços e fingi que voava. Tentei me lembrar de aproveitar a vista.

E planei. Descobri que a queda é longa, mas que pior que o mal estar na boca do estômago ao voar é estar sempre na ponta do abismo me preparando para cair. Sei que um dia encontrarei o chão, mas sei também que não há temor nessa certeza. De braços cruzados ou abertos, o baque final vai chegar -- então, por que não aproveitar o caminho? É tudo que tenho, o aqui e o agora, as asas abertas e a paisagem correndo rápido ao meu redor.

No final, acho que te devo um obrigada. Não pelas promessas não cumpridas, não por me ferir, mas por me empurrar sem aviso. Porque sempre fui pássaro, mas ao seu lado, estaria para sempre condenada a viver em uma gaiola.

Programação da Bienal 2018!

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Então o momento mais aguardado do ano está chegando! É hora de BIENAL DO LIVRO!

Já posso começar a gritar?

Como faço todo ano, eis aqui minha programação pra quem quiser me encontrar na feira. É importante ressaltar que, além dos eventos destacados abaixo, eu estarei presente em vários outros dias, sempre no estande da Record, da Qualis ou do Eu Leio Brasil! Estarei na feira no primeiro final de semana (3 a 5 de Agosto), na segunda e na quarta-feira (6 e 8 de Agosto) e no segundo fim de semana (10 a 12 de Agosto).

Dito isso, vamos aos eventos!!

03/08, sexta-feira
O que: Encontro de fãs de Romance de Época, com Paola Aleksandra, Babi A. Sette, Marina Carvalho e Lucy Vargas
Onde: Arena Cultural
Horário: 20h
Regras: Limitado à capacidade da arena, por ordem de chegada
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04/08, sábado
O que: Café da Manhã com a GPower
Onde: Qualis Editora (K080)
Horário: 10h
Regras: Limitado à capacidade do estande, por ordem de chegada
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O que: Encontro de Podcasters e Ouvintes
Onde: Estande Ubook
Horário: 14h
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05/08, domingo
O que: Lançamento de "O Incrível Livro de Autógrafos" com a GPower
Onde: Eu Leio Brasil (K092)
Horário: 14h
Regras: Limitado à capacidade do estande, por ordem de chegada
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O que: Lançamento "O Amante da Princesa"
Onde: Editora Record (G028)
Horário: 15h
Regras: 150 senhas serão distribuídas no estande da Record a partir das 10h. Limite de 2 livros por pessoa, sendo um deles "O Amante da Princesa"
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10/08, sexta
O que: Autógrafos com Babi A. Sette
Onde: Editora Record (G028)
Horário: 19h
Regras: 150 senhas serão distribuídas no estande da Record a partir das 10h.
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Quem já estamos ansiosos? Espero ver todo mundo por lá <3 p="">

9 Aprendizados de Escritora

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25 de Julho é o Dia do Escritor. Se você está aqui, eu sei que você, como eu, já viu essa data rolando na timeline diversas vezes: tem tipo umas 200 datas diferentes pra dia do livro, e dia do escritor, e se eu for bem sincera, é uma coisa que eu meio que comemoro todos os dias simplesmente por ter coragem de continuar nessa vida.

Mas entramos todos em consenso que dia 25 de Julho é Dia do Escritor, e como esse ano já completo nove anos de carreira (uau, comecei faz tempo!) decidi que nesse dia, faria uma listinha de 9 coisas que aprendi como escritora. Daqui nove anos, se eu ainda estiver nesse caminho (e eu espero que sim) talvez alguns desses aprendizados mudem, ou outros sejam adicionados; mas por ora, eis algumas coisas que essa carreira me ensinou e me ensina todos os dias.


  1. Você não é autossuficiente: acho que todos nós começamos essa carreira meio que achando que podemos dar conta de tudo. Alguns de nós somos forçados a isso, como eu fui, pela falta de informação ou contatos. Mas a verdade é que você não precisa ser tudo. Você não precisa manjar de design e 100% de gramática e você pode e deve confiar em outros profissionais pra que o seu livro saia da melhor forma possível. O que me leva a...
  2. Um livro não se cria sozinho: isso significa que escrever pode ser um processo solitário, mas todo o resto que leva ao produto final NÃO. Procure leitores críticos, leitores betas, profissionais qualificados para cuidarem do seu projeto com você. E sim, isso significa que...
  3. Livro custa dinheiro: e se você, como eu, tiver que começar de maneira independente, então vai ter que colocar a mão no bolso. Não adianta economizar porque o leitor sente essa economia, seja em uma revisão porca, em uma diagramação malfeita, ou em um texto que poderia ser FANTÁSTICO, mas é apenas bom porque a gente poupou na hora de procurar um leitor crítico. Aceitem esse conselho de alguém que publicou MUITOS livros despreparados: você não quer começar sua carreira com um livro mediano.
  4. Muita gente não vai gostar do seu trabalho: e tudo bem. Você não existe pra agradar todo mundo. Nada é unânime. É claro que sua missão deve ser sempre entregar a melhor história possível para novos e antigos leitores, mas muita gente vai criticar o que você faz, e você precisa aprender a lidar com isso. Aceite críticas, saiba desviar do hate, e lembre-se que no final, tudo fica bem se você confiar no que está fazendo.
  5. Você não é o melhor escritor do mundo: e isso não quer dizer que nunca será; significa apenas que aprender a controlar o ego e buscar sempre melhorar é a chave. A gente às vezes se perde achando que está pronto, que está perfeito, e a verdade é que nunca estamos. Uma dose saudável de autocrítica é o que faz a gente melhorar.
  6. Seus leitores são a sua vida: você não teria carreira se não tivesse leitores. Ame e, principalmente, respeite quem está nessa com você. O único motivo pelo qual sobrevivi nesse mercado por 9 anos é porque tive e tenho muito apoio de várias pessoas. Me dói muito ver autores menosprezando o público que os mantém produzindo. Valorize quem apóia seu trabalho.
  7. Outros escritores não são competição: ninguém lê um livro só na vida, e ajudar o seu colega a crescer não vai minar seu espaço, e sim ajuda-lo a crescer. Eu me apoiei MUITO em outros autores ao longo desses anos, e juntos nós crescemos muito mais rápido do que teríamos conseguido separadamente. O que me leva a...
  8. Apoie a literatura nacional: o que não significa que você precisa amar e babar ovo em cima de todos os livros que são publicados, mas que, se nem VOCÊ lê o que é publicado aqui, como você pode esperar que outras pessoas leiam? Compre livros nacionais. Indique autores. Alimente o mercado para que ele tenha espaço pra você. E por último, e mais importante...
  9. Acredite em você: nem todos os dias serão fáceis. Você provavelmente vai pensar em desistir umas 10 vezes por dia. Viver de literatura não é um caminho simples e pode ser bastante cruel. Mas com trabalho árduo, muita paciência e persistência (além de uma boa dose de sorte, não nego) a gente chega lá. Se é isso que você quer pra você, se você confia no seu potencial, não desista. Juntos, nós caminhamos!
Feliz dia a todos os meus amigos autores que vem trilhando esse caminho comigo. E a você, leitor, que faz essa carreira possível: meu mais sincero obrigada.

Surra de Eventos

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Hoje não teve texto inédito por aqui (mas você pode receber coisas novas toda semana me apadrinhando no Padrim) mas quero aproveitar o espaço aqui pra falar de uma coisa que eu amo fazer e que em Julho e Agosto vai ocupar cada segundinho disponível dos meus dias: EVENTOS!

Essas próximas semanas estarão repletas de programação cultural aqui em São Paulo e estou muito feliz de participar de várias delas! Então, se você é daqui, veja os próximos eventos que eu vou participar ;)

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Mais Literatura é um grande bate-papo com vários autores organizado pelo blog De Boca Cheia que vai contar com o apoio de várias editoras. Além das mesas de debate, ainda vão rolar muitos sorteios. Importante frisar que não vai rolar venda de livros no evento, então quem quiser autógrafos tem que levar seu exemplar ;)

Quando: 21 de Julho de 2018
Onde: Unibes Cultural - Rua Oscar Freire, 2500, do lado do metrô Sumaré
Que horas: 14h


Já no Domingo Offline a proposta é bem o que o nome diz: ficar offline por algumas horas. Vamos nos desconectar em um piquenique gostosinho, falando de livros e botando as fofocas em dia. O evento é pago, e o ingresso te garante participação nos sorteios e também a comilança do dia, toda por conta da organização!

Quando: 22 de Julho de 2018
Onde: Espaço Vivartte - Praça Vicente Celestino, 364, Barra Funda - SP
Que horas: 13h


Já tem vários anos que participo da Semana do Livro Nacional aqui em São Paulo, e esse ano não vai ser diferente. Estou muito ansiosa pela edição 2018, que vai ser na Livraria Cultura da Avenida Paulista e vai contar com um time incrível de autores pra falar sobre literatura! Só quem já frequenta o evento há anos sabe o quanto ele é divertido. Se você nunca participou, sua chance é essa!

Quando: 28 de Julho de 2018
Onde: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Avenida Paulista, São Paulo, SP
Que horas: 16h


Parece ontem que rolou a edição do Rio, mas a Bienal do Livro de São Paulo deste ano já está quase aqui! Em apenas três semanas, vamos invadir o Anhembi com muitos livros e amor. Minha programação completa está aí na imagem, e estou muito feliz e animada em participar da programação oficial da Bienal neste ano! Além dos horários oficiais, também estarei na feira na quarta-feira, dia 8 de Agosto, e nos dias 11 e 12 de Agosto, ainda sem programação fixa.

Quando: 3 a 12 de Agosto de 2018
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi, São Paulo, SP
Que horas: das 10h às 21h

Seja luz

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Não chore, menina. Essa solidão vai passar. É coisa de quem carrega um oceano inteiro no coração — a gente as vezes perde a dimensão dos sentimentos. Transforma gelo em iceberg, ilha em continente.

Não se aborreça, menina. Essa dor vai passar. Não culpe o buraco negro em sua mente: lembre-se que ele suga tudo ao seu redor, mas sem os buracos negros, não existiriam as super-novas. Você não é o fim de tudo, a escuridão completa, e sim uma estrela esperando para nascer.

Não se entregue, menina. Esse amor um dia vai se encontrar. Algumas pessoas nasceram para ser planetas, orbitando sempre no mesmo espaço, mas você não. Você não tem culpa de ter a galáxia na alma, um universo inteiro dentro de você. Abrace sua imensidão e espalhe-se.

Seja profunda. Seja intensa. Seja luz. Seja você.

alguém que te veja

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“Eu enxergo você”, ele disse.

“Me enxerga?” Ela disse.

“Não toda”, ele disse. “Mas eu conseguiria enxergar você na escuridão.”

Ela hesita, e pensa, e tenta formular uma resposta, mas desiste. O que ela poderia dizer, afinal?

Outros tentaram, ela pensa. Para alguns, até deu a lanterna. Me vejam, implorava, tantas e tantas vezes. Por favor, apenas me vejam. Mas viveu a vida toda presa a um túnel escuro e infinito que cavou para si mesma, e não tem mais certeza se consegue encontrar o caminho de volta — nem se consegue guiar outro até ali.

Mas lá está ele. “Eu enxergo você”, foi o que disse, e ela não sabe se acredita ou não. Quer acreditar, mais que tudo. Apenas me veja, repete, se em voz alta ou só para si, não sabe dizer.

“Somos iguais”, ele diz. “Eu te reconheço.”

Ela sorri e guarda as lágrimas. No fundo, acha que não, mas sabe que as vezes o melhor que podemos fazer e nos agarrar as esperanças. E não é isso que espera, que sempre esperou? Que alguém a visse, ainda que distante, ainda que invisível. Alguém que a enxergasse no escuro.

“Eu te reconheço também”, disse então, sem saber qual parte dela mentia para si e qual parte apenas admitia uma verdade que há muito desejava revelar.

Nada é para sempre

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Eu sempre tive medo de ficar sozinha. Esse temor constante me acompanhou em vários estágios da vida em muitas formas diferentes, mas sempre se resumia à mesma coisa: ser deixada para trás, ser esquecida de alguma forma. Ver o mundo seguindo em frente enquanto ainda estou parada no mesmo lugar. Essa semana, esse assunto veio à tona na terapia, enquanto eu tentava explicar que meu maior medo não era que alguém me magoasse, que alguém me decepcionasse. Era abrir meu coração para alguém que não pretende ficar. Deixar entrar alguém que, mais tarde, vai sair. Porque todo mundo vai embora, sempre. A vida é inconstante demais, e e, taurina como sou, gosto da previsibilidade.

Conversa vai, conversa vem, falamos sobre todas as pessoas que haviam entrado e saído da minha vida, de amigos a amores, de professores a entes queridos. Num dado momento, ela me perguntou se eu aceitaria algumas dessas pessoas de volta, se elas quisessem voltar atrás. A respota foi rápida: não, não aceitaria. Não por rancor, nem por mágoa, mas porque não sou mais aquela pessoa. Não tem mais espaço na minha vida para alguém que ficou no meu passado.

Foi quando eu me liguei.

Todas as pessoas que estão na sua vida entraram nela por um motivo, e aquelas que saíram dela também se foram por uma razão. Pessoas não pertencem a pessoas -- não podemos obrigar ninguém a ficar, e, sinceramente, gostaríamos de prender alguém a nós contra a sua vontade e natureza? Todo mundo que passa pela gente o faz na hora exata e pelos motivos exatos, por mais que a gente não saiba qual é. Aprendemos uns com os outros, e quando o aprendizado cessa, é hora de partir. É a lei da vida. 

É difícil aceitar isso às vezes. Se você for como eu, vai se apegar às pessoas e sofrer com as partidas, porque mudanças às vezes são dolorosas. Mas no final, você percebe que, por mais que algumas pessoas não estejam mais presentes no seu dia a dia, elas ainda estão na sua vida: estão nas coisas que você faz, na maneira como você fala, nos aprendizados que você carrega, nas lembranças boas que você leva junto ao coração. A presença física é só um detalhe. No fim das contas, nada é para sempre, mas tudo é eterno, de um jeito ou de outro.

respire

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segure minha mão
respire fundo
não chore
mas tudo bem chorar também
já contou até dez?
conta comigo
um dois três
um dois três
fale comigo
me distraia
respire fundo
conte até dez
abrace a mim
abrace a si
abrace a vida
não solte
e mais uma vez
um dois três
um dois três
está me ouvindo falar?
sou tudo que você precisa escutar
respire fundo
já está passando
vai ficar tudo bem
não precisa chorar
estarei sempre aqui com você
é só lembrar de respirar

o curativo

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“Eu sei o que você está tentando fazer,” ele diz.

“E o que é?”, ela diz.

“Está tentando me afastar,” ele diz. “Mas não vai dar certo.”

Ela não responde. Talvez não conseguiria, mesmo se tentasse. Ele tem razão, e ela sabe. Sempre soube.

Porque é isso que ela faz. Ela afasta. Ela se esforça para tal. Em gestos e palavras, em omissões e na presença. Ela afasta.

Mas que outra opção ela tem? Pode esperar, quem sabe, esperar pelo final que ela sabe que está vindo. É o mesmo toda vez. Ele irá embora, e ela vai ficar, seu coração na mão ainda batendo, sangrando após uma punhalada gentil. Nenhum deles tem intenção de feri-la, mas todos sempre o fazem no final. Afastá-los é uma questão de piedade, para com eles, mas principalmente para consigo mesma. É tudo que ela tem. A última chance de controle.

Contudo, ela nada revela. Descobriu há muito tempo que as pessoas não querem realmente ouvir como os outros se sentem; querem apenas saber se isso as afeta. Talvez, pensa ela, se dissesse, seria mais rápido. Indolor. Talvez ele fosse embora agora mesmo.

Mas ainda não. No fundo, ela é covarde — quer tirar o curativo um pedaço por vez. Ainda não. Só mais um pouco. Só mais uma ferida e depois, quem sabe, ela puxe tudo de uma vez.

Doze

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É oficial agora. Já estou há mais tempo sem você do que passamos juntos. Já faz algum tempo — oito de doze, se estivermos contando — mas é estranho mesmo assim.

Eu me pergunto se você também olha pro calendário e ainda se lembra. Se a senha do seu cartão ainda está lá pra te lembrar do passado. Se você também sente essa pontada no coração todo dia 26.
Não é amor, não mais; ou talvez seja, mas do jeito mais ínfimo possível. Amor por uma memória, por uma vida inteira que foi e a que poderia ter sido. Amor pelo primeiro amor. Ele sempre vai estar ali, eu acho. Fiz minhas pazes com isso, e com você.

Nesses últimos anos, passei por todos os estágios do luto. Houve um tempo em que essa data me deixaria pra baixo, pensando em tudo que eu queria que a gente ainda fosse. Já tem um tempo que não é mais assim. Hoje é um dia de lembranças, umas que não doem mais. Um passado que eu celebro.

Obrigada pelo dia 26, e por todos que vieram depois dele, felizes ou tristes. Obrigada por ter feito parte da minha história. Quatro de doze. Cada segundo valeu a pena.

ser quem é

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"Eles sabem?" pergunta ele.

"Sabem o quê?" retruca ela.

"Que você é assim. Assim, como quando fala comigo." responde ele.

Ela para por um segundo e pensa. Pensa se deve falar a verdade. E a verdade é que nem mesmo ela sabe. Não sabe quem é, em meio a todas as pessoas que precisou ser ao longo da vida. Não sabe se algum dia alguém a conheceria de verdade, se teria a chance de mostrar todas as facetas daquele ser complicado que ela é -- não sabe sequer se alguém gostaria de conhecê-la, se soubesse quem ela é. Se pudessem vê-la, nua e crua, ainda iriam gostar de sua companhia? Ainda gostariam de tê-la por perto?

Exceto ele, pensa. Para ele falou coisas que nunca disse antes. Baixou a guarda. Abriu-se. Mas talvez, pensa ela, só o tenha feito porque sabe, de alguma forma, que ele não é real; ou ao menos, não tão real quanto os outros. Ele não está ali. Ela não precisa ter que lidar com a pressão do seu julgamento.

"Não, não sabem," responde, por fim, baixinho. "Acho que ninguém nunca vai saber," acrescenta, e o pensamento a entristece, porque não é mais sobre os outros. É sobre ela, e como, no fundo, talvez nem ela mesma saiba quem é. Portou-se de tantas maneiras, escondeu tantas coisas, forçou-se a viver tantas verdades, que, no fundo, não sabe mais dizer se está apenas posando para si mesma ou se pode afirmar com segurança conhecer a si própria. 

Talvez seja tudo um grande jogo. Talvez ninguém se conheça de verdade.

Tudo bem

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Está tudo bem não estar bem por um dia, ou dois, ou dez. Tudo bem não querer encarar o mundo, querer se esconder debaixo das cobertas e chorar até o dia clarear. Está tudo bem se hoje o melhor que você pode fazer foi chegar até o fim do dia, foi não quebrar completamente, foi apenas sobreviver. Está tudo bem.

Também está tudo bem se você não quiser fazer nada hoje. O mundo não vai parar porque um dia, você pensou em si mesmo em primeiro lugar, e resolveu que sair da cama não te faria bem algum. Tudo bem se, só por hoje, você não quiser lutar, não quiser brigar, não quiser se importar muito com a vida. Você não é um robô. Você tem direito a ser quem é, a sentir o que sente. Está tudo bem.

Está tudo bem se você precisar cortar algumas coisas -- ou pessoas -- da sua vida. A gente aceita demais certas coisas, e aguenta muito mais do que deveria, e às vezes, o melhor que podemos fazer é dizer chega. Está tudo bem se você estiver no seu limite. Se você precisar dizer não a uns, evitar outros, se você precisar se afastar, tudo bem. Você é mais do que isso. Você merece ficar bem.

Hoje, está tudo bem. Só não estará bem quando os hojes se transformarem em sempre, quando você desistir completamente de você. Hoje, tudo bem descansar. É preciso. Amanhã, tenho certeza, você volta mais forte pra luta, e nas suas próximas batalhas, vencerá sem esforço. Hoje, respeite a si mesmo. Ouça seu corpo, sua mente. Por hoje, está tudo bem.


Próximos eventos

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Oi, galera! Tudo bem?

Maio chegou todo poderoso trazendo não só o lançamento de O amante da princesa, como também vários eventos! A partir dessa sexta-feira, vou passar por várias cidades diferentes autografando os livros e batendo papo com vocês, então resolvi fazer aqui um master post com todos os eventos que vão acontecer nas próximas semanas!

11/05: Lançamento do Princesas GPower em Brasília, DF, na FNAC do Park Shopping Brasília às 18h (confira o evento)
12/05: Lançamento do Princesas GPower em São Paulo, SP, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, às 16h (confira o evento)




26/05: Lançamento de O Amante da Princesa em Campinas, SP, na Livraria Leitura do shopping Parque D. Pedro às 15h (confira o evento)




27/05: Lançamento de O Amante da Princesa em São Paulo, SP, na Livraria Saraiva do shopping Pátio Paulista, às 15h (confira o evento)

02/06: Lançamento do Princesas GPower + O Amante da Princesa em Rio de Janeiro, RJ, na Livraria Cultura do Cine Vitória, às 14h (confira o evento)

ALGUMAS DÚVIDAS FREQUENTES:

  1. Vai ter bate-papo? -- nos eventos de SP (dia 27) e Campinas, SIM, e eles terão senhas limitadas, então fiquem espertos quando eu divulgar horários pra não perder a chance. Nos demais, a gente vai conversar com todo mundo, mas vai ser mais informal.
  2. Até que horas você fica no evento? -- Isso depende um pouco da lotação de cada dia, mas o previsto é que cada evento dure de 2 a 3h. A gente sempre avisa porque sabemos que muitas pessoas trabalham às sextas ou sábados e às vezes se atrasam, então não se preocupe porque sempre dá tempo!
  3. Posso levar outros livros no lançamento? -- PODE! Quem quiser trazer exemplares de Amor Plus Size ou de O Amante da Princesa nos eventos do GPower, ou de GPower nos eventos de ADP está liberado! Vou assinar tudo!
  4. Vai ter brinde? -- SIM, mas ainda não posso contar o que vai ser!
Vejo vocês lá?
 
Larissa Siriani | Copyright © Design por Naiare Crastt • Mantido pelo Blogger